Está ai uma questão que devemos revisitar sempre que possível! Será que realmente entendemos como funcionamos? Quais as nossas vontades e desejos em médio e longo prazos? Quais nossas limitações? Pontos positivos e negativos?

 

Além disso, conseguimos conhecer cada uma de nossas facetas? Sim, nós mudamos! Somos seres pensantes, críticos e provocados pelas informações e acontecimentos do dia a dia e, tudo isso, lapida o nosso “eu” em diversos formatos.

 

O primeiro exercício que você deve fazer é se perguntar: QUEM SOU EU?

 

Esta pergunta vai dizer muito quem é você e quem você quer ser. O mais importante é refletir sobre isso e bolar um plano para conseguir alcançar aquilo que mais deseja ser.

 

Pegue uma folha de papel, uma caneta e reserve um lado para “QUEM É” e o verso “QUEM QUER SER”. Comece preenchendo-a com as características que tem hoje e quais acredita que precisa conquistar. Depois, pergunte para as pessoas mais próximas e que te conhecem bem e veja se está alinhado. Este feedback de construção pode te ajudar bastante!

 

Reserve também alguns post its para anotar experiências anteriores que merecem ser destacadas para que não sejam repetidas e/ou que podem servir de aprendizado e exemplo. Eles podem auxiliar também na construção do verso!

 

Agora é hora de escrever na parte de trás! Reflita sobre o que escreveu sozinho, depois das conversas com seus amigos e com as inserções dos post its! Ao ver esta folha completa, aconselho a prestar atenção nos seus sentimentos!

 

A partir de agora, pode até adotar um caderno, como um diário dos sentimentos e anotar diariamente. Esta análise servirá para olhar mais fundo e para se revisitar e se reconhecer – compreender cada uma de suas questões – o que está causando amor, raiva, frustração, desejo e até os vazios.

 

Ex: Uma pessoa me disse que sou inteligente e isso me motivou. Talvez, esteja ligado a algum valor muito forte, que é o de reconhecimento. Faz sentido?

 

Acredite, tudo o que sentimos, tem uma causa aparente que, se não revisitamos, acaba se perdendo. Agora você me perguntará: Por quanto tempo precisarei fazer este exercício?

Minha resposta: Para sempre!

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